A terceira chave não estava longe, não deveria estar em um mundo tão pequeno. O príncipe e seu novo amigo vão a procura dela, Leon parecia feliz demais, talvez fosse apenas sede de aventura. A terceira chave se estava em um deserto, no centro dele num oásis, eles já estavam com muita sede e fome. Mesmo após muitas horas de caminhada, o sol nem sequer apontava no horizonte, Leon sabia que a muito tempo não se podia mais ver o sol, eles não conversaram muito até chegarem ao oásis, que diferente do q o príncipe imaginou, não era verde e cheio de árvores litorâneas, parecia mais um pântano, com poucas árvores retorcidas que pareciam sangrar um líquido vermelho se seus troncos, exatamente no centro do pântano um círculo grande de pequenas pedras em volta de uma pequena árvore negra, algo o chamava em direção ao círculo. Ele se aproximou e viu entre seus galhos algo brilhar, um rubi, o mais vermelho de todos os rubis, e uma chave entrelaçada as ramas que cresciam pela árvore se alimentando dela como um parasita. Ele puxou as ramas que se prendiam a chave que quando rebentadas pareciam sangrar, ele puxou a chave com seu braço já todo vermelho e arranhado, o rubi também foi pego, poderia valer alguma coisa. Ao longe eles ouviram gritos estridentes, não humanos, era melhor sair logo de lá, algo não cheirava bem. Já fora do oásis Leon retirou de seu bolso três chaves, ele as havia encontrado a alguns meses em locais que ele esteve. Com as chaves do Leon já eram seis, ainda faltavam sete. Ele pegou novamente o livro de sua mochila improvisada e procurou sobre as novas chaves: 3 "chave da imunidade, seu portador não pode ser afetado pela dor" . 4 "chave da morte , quem a possui não pode morrer mesmo estando muito ferido" . 5 "chave maldita, o portador pressente o perigo a sua volta. Não havia nada referente a sexta chave no livro, parte da página parecia ter sido arrancada, ele se perguntava se aquilo podia ser proposital.
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