13 abril 2014

As 13 Chaves do Paraíso III

   A sétima chave, "chave da perfeição" não havia mais descrições sobre as chaves, todas se tornaram incógnitas para o príncipe, que com o tempo se apegou ao Leon, se tornaram bons amigos. A chave se encontrava em uma porta no meio do deserto, estranho, ele pensou. Eles seguiram pelo deserto, sempre ao norte um norte frio, escuro e aparentemente sem vida. Leon sempre contando histórias de suas viagens e locais por onde passara, ele era de uma terra longe, no extremo oeste da região, sua família desaparecera a muitos anos, ele cresceu sozinho. O príncipe sentia uma grande confiança nele, talvez não devesse, mas quando gostamos é complicado, não controlamos as emoções. Após algumas horas andando pelo deserto eles avistaram um grande vulto se movendo em meio a escuridão, Leon disse que eram híbridos mutantes que se infectaram por longos anos com a radiação das minas onde eles extraiam pedras consiseradas "mágicas". Havia uma longa estrada feita de pedras negras que, segundo as histórias levava à porta para outros mundos, eles seguiram a estrada, aquelas figuras disformes começaram a se aproximare eles aceleraram o passo, ao longe já era possível ver a grande porta. Imponente e intimidadora, tinha uma cor negra sobrenatural com detalhes em pedras vermelhas-sangue que lembravam à pedra que o príncipe pegou no oásis, no centro da porta havia um orifício perfeitamente redondo, de súbito o príncipe retirou sua pedra da mochila e inseriu-a no orifício em um estado quase que de transe, a pedra oscilou para dentro da porta q rangeu e uma maçaneta em um dourado envelhecido se materializou na porta no nível da virilha de Leon. Ele girou a maçaneta e a porta inteira estremeceu, uma brecha de luz saiu pelo vão da porta, do outro lado da porta uma chave presa à madeira e uma escolha, a porta dava para sua casa, seu mundo, ou a chave e continuar sua busca. Leon pousou a mão em seu ombro e sorriu indicando para ele seguir em frente e escolher o que for melhor pra ele, as vezes só um olhar diz mais do que as palavras. Próximo a eles os mutantes se aproximavam a passos rápidos, já bem próximos a eles, o príncipe pegou a chave e fechou a porta, os monstros correram na sua direção, uma bala da arma de Leon cintilou no ar e acertou um deles, fazendo os outros recuarem. Eles resolveram fugir em vez de lutar, a munição era pouca e ainda tinham muito caminho pela frente.
       Eles seguiram até onde parecia seguro para descansarem Leon acendeu uma fogueira com alguns galhos que achou pelo caminho, o vento soprava forte vindo do oeste, o príncipe deitou próximo a Leon que estava de guarda e dormiu abraçado ao seu corpo.

06 abril 2014

Le magasin des suicides

Um dos meus filmes de animação favoritos, le magasin des suicides é um filme sobre uma pequena loja loja em uma cidade onde a vida é triste e apenas a morte é o melhor consolo, seu cenário e personagens são bem peculiares tornando o filme ainda melhor, detalhe só tem o filme legendado, não é muito infantil mesmo sendo uma animação no estilo. Vale a pena assistir. Eis ai embaixo um link do teaser http://youtu.be/EiFOs4cihXg

05 abril 2014

A torre negra -Stephen King

Eu gosto da literatura de Stephen, é realmente muito bom, a alguns meses comprei a coleção "A Torre Negra" estou gostando muito, ainda não terminei pois estou com pouco tempo para ler, já li outros livros de sua autoria como: Christine, Carrie, A coisa e A casa negra. Alguns livros são bem extensos, eu particularmente gosto de livros maiores, eu fico na história por mais tempo, é isso, leiam a coleção "A Torre Negra" acho que não vão se arrepender!

04 abril 2014

Eu

Uma foto aleatória minha! Não costumo fazer isso

Fotografia

Muitas pessoas não gostam de tirar fotos, eu também não gosto. Me lembro de ouvir histórias de máquinas fotográficas que revelavam o futuro, por mais terrível que ele fosse. A quem diga que as câmeras antigas podem fotografar espíritos e demônios. Há histórias, boatos, documentarios que tentam comprovar, os corajosos já experimentaram?

02 abril 2014

Personalidade "independente"

Havia uma máquina, e nessa maquina trabalhavam 4 garotos, cada um em seu turno, revezando o controle dela. Eles não queriam que eu revelasse seus nomes, apenas sua inicial e seu sobrenome. O primeiro se chamava "B. Maggi" (apenas sua inicial e seu sobrenome). B. era doce, carinhoso e muito amigável, seu controle sobre a  máquina era raro, dependia de circunstâncias muito especificas . O segundo era "G. Shay", neutro, mas um tanto impulsivo, mas muito inteligente, sempre um passo a frente, seu controle tmb era muito circunstancial. O terceiro "C. Ribero", carnal, libertino, agregado ao prazeres do corpo e da mente, ele trabalhava bastante ás escondidas. O quarto era "I. Sokralova", perverso, incapaz de se apegar a qualquer coisa, sádico e muito vingativo, mas genial. Os quatro trabalhavam de forma individual, cada um com seus planos e ambições, coisas ruins aconteciam sempre que alguém trabalhava em conjunto com outro. Mas mesmo assim eles o faziam e causavam muitos danos à máquina. Tudo seria simples quando essa máquina fosse apenas um equipamento com algum propósito definido, mas não, não era realmente uma máquina, era um ser vivo e cada garoto uma personalidade distinta, que fora separada individualmente por sua própria mente insana. Todos fazem parte de um mesmo corpo, mas cada um luta pra domina-lo e ser o único comanda-lo.vc não conhece a todos. Mas todos te conhecem. "B." Te ama, "G." Quer fazer parte da sua vida,  "C." Quer ser íntimo e desfrutar com você dos prazeres, e "I." Quer destruí-lo, por você ser muito importante para os outros...

"Somos apenas um."

31 março 2014

Elvira, Mistress of the Dark

Um filme cômico que marcou minha infância, interpretada por Cassandra Peterson, Elvira foi imortalizada como um sex symbol, após o sucesso do filme fizeram uma série de 30 episódios, que não fez muito sucesso. De vez em quando, ainda temos o prazer de ver Elvira por aí, em eventos de cinema e show dela mesma, que na minha opinião são muito bons. O filme se encontra disponível no YouTube, não está com uma qualidade muito boa, mas até que dá para o gasto. Quer sinopse procura ai no google.

Mom told not to play with scissors!

29 março 2014

As 13 Chaves do Paraíso II

     A terceira chave não estava longe, não deveria estar em um mundo tão pequeno. O príncipe e seu novo amigo vão a procura dela, Leon parecia feliz demais, talvez fosse apenas sede de aventura. A terceira chave se estava em um deserto, no centro dele num oásis, eles já estavam com muita sede e fome. Mesmo após muitas horas de  caminhada, o sol nem sequer apontava no horizonte, Leon sabia que a muito tempo não se podia mais ver o sol, eles não conversaram muito até chegarem ao oásis, que diferente do q o príncipe imaginou, não era verde e cheio de árvores litorâneas, parecia mais um pântano, com poucas árvores retorcidas que pareciam sangrar um líquido vermelho se seus troncos, exatamente no centro do pântano um círculo grande de pequenas pedras em volta de uma pequena árvore negra, algo o chamava em direção ao círculo. Ele se aproximou e viu entre seus galhos algo brilhar, um rubi, o mais vermelho de todos os rubis, e uma chave entrelaçada as ramas que cresciam pela árvore se alimentando dela como um parasita. Ele puxou as ramas que se prendiam a chave que quando rebentadas pareciam sangrar, ele puxou a chave com seu braço já todo vermelho e arranhado, o rubi também foi pego, poderia valer alguma coisa. Ao longe eles ouviram gritos estridentes, não humanos, era melhor sair logo de lá, algo não cheirava bem. Já fora do oásis Leon retirou de seu bolso três chaves, ele as havia encontrado a alguns meses em locais que ele esteve. Com as chaves do Leon já eram seis, ainda faltavam sete. Ele pegou novamente o livro de sua mochila improvisada e procurou sobre as novas chaves: 3 "chave da imunidade, seu portador não pode ser afetado pela dor" . 4 "chave da morte , quem a possui não pode morrer mesmo estando muito ferido" . 5 "chave maldita, o portador pressente o perigo a sua volta. Não havia nada referente a sexta chave no livro, parte da página parecia ter sido arrancada, ele se perguntava se aquilo podia ser proposital.